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Desígnio
> Design Design de Informação: O Que é
e Quem o faz? Um dos meus alunos pediu-me recentemente para explicar, em termos simples, o que distinguia design de informação de outros tipos de design, e encontrei-me debatendo para providenciar com uma resposta objectiva e concisa. Reflecti se o Design de Informação não era um animal engraçado que todos nós PENSAMOS saber o que é que estamos a falar, mas ficamos com dificuldade quando somos pressionados para o definir. Sabemos que envolve o design de coisas como sistemas de sinalética, formulários, testes e resultados desses testes, quiosques de informação, tabelas com conteúdos, apresentações estatísticas de todos os tipos, listas, representações por meio de gráficos, diagramas, BOLETINS DE VOTO, mapas, esquemas de horários, manuais de utilização, catálogos de produtos e muitas outras “coisas”. Mas conseguimos defini-lo sem estar a descrever os objectos do nosso esforço? O termo “Design de Informação” raramente provoca uma reacção neutral nos designers. O pensamento de trabalhar em alguns dos projectos acima mencionados causa com que alguns designers a arregaçem as mangas, enquanto outros saem da sala gritando em terror. Na altura em que administrava uma firma de design, era uma espécie de teste líquen para uma entrevista de emprego a um designer, colocar um formulário de Imposto Sobre a Receita 1040[1] na secretária e perguntar como é que gostariam de o redesenhar. Se os seus olhos vidrassem ou se começassem a suar a frio, então eu saberia que provavelmente não era um bons candidatos. O meu último sócio, Erik Spikermann, está no lado mais longe desse espectro, tendo desenhado várias fontes tipográficas cujo o objectivo principal era de uso em design de formulários de saída em baixa-resolução. Isto não é surpresa, visto que o passatempo de Erik é fotografar exemplos de mau kerning nos sistemas de sinalética de metro um pouco por todo o mundo. Isso faz com que uma pessoa pondere se por acaso não estará uma componente psicológica relacionada com a disciplina, uma análise que é melhor deixar por fazer. Se calhar é um toque de retenção intestinal, ou de ter o signo ascendente em Virgem na nossa carta astrológica, que nos faz querer trazer ordem à vasta massa de informação indecifrável. Designers de informação podem ser algo estranhos, mas o seu trabalho – como recentemente visto nas eleições da Florida[2] – podem alterar o curso da história para o bem ou para o mal. Enquanto eu ponderava sobre o que distinguia design de informação de outros tipos de design, decidi colocar algumas questões a alguns amigos e colegas. Sem surpresa, obtive uma resposta diferente para cada pessoa a quem eu perguntava, no entanto algumas palavras e frases encontraram o seu caminho em muitas dessas definições. Palavras como:
em conjunto com frases como: A forma é o conteúdo. Os seguintes estão entre alguns dos atributos listados na página principal do “The Institute for Information Design” ou IIID. Um designer de informação: (Aposto que muitos de nós nunca se tinham apercebido que fazíamos tudo isto). Em adição a esses atributos eu acrescentaria: e, se já não é uma qualidade
necessária, é certamente uma característica comum
de muitos designers de informação: Designers de Informação são pessoas muito especiais que têm de dominar a perícia e talento de um designer, combiná-la com o rigor e capacidade de resolução de problemas de um cientista ou matemático, e trazer a curiosidade, habilidade de pesquisa e persistência de um estudioso para o seu trabalho. Eu penso que eles são os não celebrados e muitas vezes heróis ocultos da nossa profissão.
Terry já esteve como membro da faculdade da Otis Parsons School of Design em Los Angeles, The Art Academy em São Francisco e esteve como Professora Adjunta na California College of Arts and Crafts desde 1989. Ela esteve como oradora convidada em seminários para licenciados como não licenciados em: North Carolina State University, Ohio State University, The Rodhe Island School of Design, Art Center, Washinton State University e Carnegie Mellon University. Terry completou os seus estudos na Basel School of Design na Suíça. Ela vive em Mill Valley com um extraordinário Boston Terrier chamado Max. Notas:
Tradução de Luís Inácio |
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